On My Shoulder

Na última noite fazia muito frio, dentro de mim. A nostalgia imperava, logo agora em tempos de renovação, em tempos de deixar coisas para trás. É importante deixar de lembrar com tanta frequência de coisas que não voltam mais, mas algumas vezes isso apenas não pode ser feito.

Era tarde quando decidi ouvir os velhos acordes de um já falecido gênio que tanto admiro. Coloquei play e fui ao encontro de meu travesseiro, começando assim, uma viagem mental.

Lembrei primeiramente de objetos aleatórios … Uma camiseta com caveira, um casaco militar, um celular velho e um caderno estampado com o escudo de um clube. Logo após vieram os momentos, e o calor de cada sentimento passado. Foi tão bom lembrar que um dia já fui mais bem quisto por algumas pessoas, mas isso não tem volta e cabe a mim delegar a parte conformista de minha personalidade aceitar e esquecer isto.
Foi quando lembrei do poeta que morrera afogado.

Gênio, Talentoso, Profundo e Intrigante.

Ele nunca vai me abandonar, e vai sempre me fazer lembrar de tempos em que a preocupação da semana era a prova da professora Inaiara.

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