Jazz

Da TV vinha o Jazz, dos buracos da persiana vinham fragmentos de luz, e do seu corpo vinha o amor. Era quase escravidão mas ela me tratava como um rei, e com o andar da carruagem se desenvolvia um magnetismo que certamente iria um dia ter seus pólos invertidos. E é lógico que nunca me importei com o que eu fosse sofrer, porque se o medo está presente na situação, de amor não se trata. Frio na barriga sim, medo não. O engodo se desfez, e o que restou foi o retorno ao começo da história. Jazz, baixa luz … e agora solidão.

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